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Quarta-feira, 12.07.17

 

 

 

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de helena às 13:58


112 comentários

De Toninho a 11.08.2017 às 01:37

A saudade me trás aqui.
É como se nada tivesse mudado.
Para sempre nossa poetisa na estrela.
Paz no seu coração Verinha.

De CÉU a 10.08.2017 às 12:09

Olá, querida Verinha!

Como tem passado? Tenho estranhado você, seu silêncio, mas espero que nada de mal tenha acontecido por aí com você ou sua família. Talvez sejam as saudades de Leninha e a falta do riso e do olhar dela, que a estão fazendo "recolher", "hibernar" das pessoas, do mundo real e virtual. Se compreende!

EU ESTIVE, ESTOU E ESTAREI, SEMPRE, POR AQUI!

Aquele abraço,

De Vera Lúcia a 12.08.2017 às 23:50

Céu, você tem razão, tenho me afastado do mundo virtual, pois a saudade machuca demais quando visito este espaço que a nossa Leninha tanto gostava. No mundo real, ainda estamos na fazenda, cada um procurando viver o luto da melhor forma possível. Tenho pensado nas minhas novas possibilidades diante do quadro novo que a Leninha desenhou para mim com as suas doações. Tudo ainda é muito incerto na minha vida. O Dr. Renato e a D. Aurora estão de certa forma gostando de estar por aqui e parece que a minha presença também lhes traz um certo conforto. Falamos muito da Leninha, relembramos muitas passagens de nossa vida junto dela (e muitas vezes também do Guy), e assim vamos nos ajudando mutuamente.
Enfim, Céu, enquanto der, vamos ficando por aqui, pois lá em casa estão todos bem.
Ainda não tive ânimo de responder aos demais comentários, um dia eu faço isto.
Receba meu abraço afetuoso,
Verinha

De CÉU a 10.08.2017 às 12:00

Gostou? Ah, eu sei que é o poema de que mais gostas e que teu amor, Guy, sempre te recitava e continua recitando, eu tenho certeza.

Por hoje, te deixo milhares de sorrisos, de estelas, de beijos, de abraços, mas te deixo, também, biliões de saudades.

Termino da mesma maneira com que tu terminaste teu email pra mim, no dia 10-07-2017, pouco tempo antes de entrares no bloco operatório e em que me colocavas uma questão, a que até hoje não consegui ainda encontrar resposta pra ela e que foi a seguinte (vou mudar o sujeito da frase):

"LENINHA, QUERIDA E TÃO AMADA AMIGA, COMO É QUE SE FAZ QUANDO JÁ ESTÁ NA HORA DE DESPEDIR E AO MESMO TEMPO O GESTO NÃO SE COMPLETA ... A VOZ NÃO SE SOLTA ... COMO SE FAZ, LENINHA"?

De CÉU a 10.08.2017 às 11:49

COMO TE AMO

Como te amo? Deixa-me contar de quantas maneiras.
Amo-te até ao mais fundo, ao mais amplo
e ao mais alto, que a minha alma pode alcançar
buscando, para além dos visíveis limites
do ser e da Graça ideal.

Amo-te até às mais ínfimas necessidades
de todos os dias, à luz do Sol e à luz das velas.
Amo-te com liberdade, enquanto os homens
lutam pelos pela justiça;
Amo-te com pureza, enquanto se afastam da lisonja.

Amo-te com a paixão das minhas velhas mágoas
e com a fé da minha infância.
Amo-te com um amor, que me parecia perdido-
quando perdi os meus santos
amo-te com o fôlego dos sorrisos
e as lágrimas de toda a minha vida!
E, se Deus quiser, amar-te-ei melhor depois da morte.

ELIZABETB BARRET BROWNING

De Carmem Grinheiro a 11.08.2017 às 08:31

Olá, Céu.
Não resisti a comentar, me desculpe a ousadia. Mas, agora, a chegar aqui e me deparar com suas mensagens tão sentidas e íntimas, como se fossem apenas mais umas, dentre tantas, e com a certeza de que Helena estaria do outro lado a le-las...me emocionei. E este poema, tão romântico! Confesso, foi através dele e de Helena que fui conhecer essa escritora inglesa. Esse poema que, parece-me ter o "cheiro" dela e do amor que viveu. Gostaria eu também de acreditar, de facto, que exista algum lugar encantado onde ela e seu amado caminham agora de mãos dadas, por entre flores e estrelas.

Um bjo

De CÉU a 15.08.2017 às 23:23

Olá, Carmen!

Ousadias dessas, são sempre bem vindas, minha amiga!
Sem desejar que as minhas mensagens sejam diferentes e mais intensas, que as demais, elas espelhem bem o k me vai no peito.

Efetivamente, esse era o poema preferido da Leninha e de seu amado Guy, daí, eu o ter relembrado aqui.
Não sei onde ambos estão, mas quero que estejam juntos e muito felizes.

Beijos com elevada consideração e estima.

De CÉU a 10.08.2017 às 11:34

Minha querida e saudosa amiga, Leninha!

Só passou ainda UM MÊS depois da tua partida e tenho tantas, mas tantas saudades tuas! Todos os dias, espero um sinal de ti, um alôzinho, umas estelas, uns sorrisos, umas palavras doces, únicas, do teu coração para o meu (estou te "plagiando", eu sei), mas continuo na espera e sem nada chegar até mim. Ah, que tolice a minha! Me esqueço que tu mudaste de "residência", pra "condomínio fechado" (rs), onde só estão e moram os castos de coração e nem é preciso dinheiro pra estar nesse lugar imenso e deslumbrante, Para aí fixar morada, basta ser puro, no seu todo e tu sempre o foste, és e serás.
Mas me conta novidades aquando da tua chegada, aí? Quem estava te esperando? O PAI, obviamente, todos os teus familiares e os todos os teus amorezinhos, os mais novinhos e os menos novinhos. Ah, nem dá para acreditar, mas tu sabias que irias ter esse manancial de gente feliz e linda te aguardando, porque sempre foste muito lúcida, inteligente e determinada.

Me disseste algumas vezes que se fosses para aí, não sei o nome do lugar, mas vamos o apelidar de céu, aliás, tu afirmaste, que sabias que irias para esse lugar fabuloso, justo e bom, e aí te irias encontrar com teus pais, tua amada filhota, Ana Clara, teu querido Guy e com tua mãe de coração, D. Cidinha. Verdade? Como é que eles estão? Está toda a gente feliz por aí, eu sei, pke tenho de acreditar na tua fé e convicção. E foi por essa fé e convicção, que quiseste, quase isso, partir, deixar esse planeta, que tem tanta coisa feia, ruim, mas sabes muitos de nós, me incluo, não atingiram, ainda, esse patamar de sabedoria com desprendimento, que tu conseguiste alcançar, entender e aceitar há muito. Isso é coisa de e pra santo (rs)!

Então, e tua atividade profissional, como a tens desempenhado aí? Te calas, ou melhor, me "dizes", que o melhor que tens sabido e podido e que continuas dando seres a esse mundo. Poxa, mesmo aí o "pessoal" não deixa de... olha me esqueci do que ia falar, mas tu deves depreender, atendendo ao contexto semântico da frase (rs).

Queres saber daqui? Começo por teu Brasil, como é lógico, que está cada vez mais na mesma, e Temer continua de pedra e cal (rs), tal como os assassinatos, aquela insegurança, que tu conheces e com gente vivendo abaixo do limiar da pobreza, a todos os níveis. Em Portugal, um país pequeno, as coisas vão indo, com segurança, como sempre, e vamos fazendo marchar a vida, é isso. No restante mundo, a Coreia do Norte, que sempre é notícia e os EUA também, estão atirando "ovos" um ao outro. Enfim, isso é só para amedrontar, pke se fosse para pôr em prática, ah, seria um terror, uma 3ª guerra mundial, acho, e agora informatizada, digital e tudo (rs).

Tens tocado piano? Calculo que faças as delícias de todos aí e de teu Guy, especialmente. Me diz, aqui só pra nós, qual foi a 1ª coisa, que ele fez pra ti, qdo aí "aportaste"? Minina (rs), não é isso, pke isso seria a coisa mais natural (rs). Não, loguinho depois? Acho que vou adivinhar. Então, escuta, minha linda!

De Cecilia a 09.08.2017 às 12:00

Existe a saudade doce e a saudade amarga. Doce é aquela saudade que nos fala com ternura da LUZ que a pessoa deixou no mundo e amarga é aquela saudade que traz a sensação de que falhamos com aquela pessoa que se foi.
A minha saudade de você querida Leninha é tão doce que deixa o meu coração cheio de ternura ao pensar que estreitamos os nossos laços em cada passo dos nossos caminhos.
Obrigada minha querida pelo tempo iluminado que você colocou no meu olhar.
De onde estiver receba meu beijo de ternura e meiguice para o seu coração.
Cecinha

De Aninha a 08.08.2017 às 21:11

E a dor se faz mais intensa a cada dia que passa.
Saber que amigos blogueiros como você os chamava, Leninha, foram tão mais presentes em sua vida do que eu sua cunhadinha amada como você me chamava causa uma dor maior, aquela dor que não tem nome, aquela que a gente sente e não sabe como diminuir.
Se eu tivesse tomado conhecimento de tudo a tempo de estar mais perto de você...

De Carmem Grinheiro a 08.08.2017 às 01:27

É numa mistura de incredulidade e espanto em que ainda me encontro, desde há cerca de três horas, quando me dei conta do fim de Helena. Fim? Quero e preciso acreditar que criaturas de luz como esta não se acabam, simplesmente.
Falamos de sua morte agora, mas eu ouso crer que Helena começou a morrer muito antes. Porque acredito que se morre por amor. E o amor tão lindo que Helena teve, quando partiu, levou parte de sua vida com ele.
Eu, embrulhada na luta pela sobrevivência à minha própria vida, no egoísmo de viver minhas próprias dores, “desinspirei-me” e, sem que me apercebesse, no adiar de um dia para o outro, fui afastando-me. Por isso, não sabia deste desenrolar que tomou a vida da nossa Helena. E estou-me sentindo francamente frustrada e arrependida por não ter vindo aqui mais cedo, pois que há imenso tempo que me assomava à lembrança. Tenho um nó a apertar-me a garganta, desde que meus olhos começaram a ler as palavras que me disseram que a morte tinha chegado.
Estive a ler, de fio a pavio, todas as manifestações dos amigos e conhecidos de Helena. Pelo “desenrolar” da conversa, fui chegar a outras palavras ditas em outros blogues. Fui ver a “despedida” de Helena à sua amiga Céu. Sim, era mesmo uma despedida. Sabia-se no fim. Mulher linda e serena até ao fim. Doce Helena, como eu gostava de lhe chamar. Emociona-me, ao mesmo tempo que assombra-me, uma criatura manter tal serenidade e doçura, a saber-se a findar. A razão a manter-se, a sobrepor-se - quem sabe, a maneira de sobreviver à própria dor. Criatura de luz até ao fim. Doce Helena.

Penso que Helena, à sua maneira, nos diria qualquer coisa assim:
«Bom é saber que, quando chegar aquele dia em que eu, definitivamente, não estiver mais ao vosso lado, tantos de vós e, de tantas maneiras, me deixarão viver em suas memórias.
Bom mesmo é saber que os punhados de estrelas que vos fui deixando, a cada breve despedida do dia a dia, continuarão iluminando os vossos caminhos pois são o céu que eu fui querendo mais perto de vós.
Eu, de longe, ainda vos sorrio e transborda-me a alma de saudade, quando, num sopro leve, vos envio flores e sorrisos para colorir todos os dias de vossas vidas.»





P.S. A você, Vera, que não conheço e que me dando conta de que não tem blogue, acredito que faça parte das relações pessoais de Helena, quero deixar uma palavra de carinho, que pouco acrescenta ao coração, e nada tira à dor, eu sei.
Mas que há, dentre as palavras, que acalme dores de perda? Palavras são pequenos nadas com que a gente tenta encher o buraco que nos fica na vida e na alma. E a gente vai dando palavras e tomando as palavras que outros nos dão, e, sem nos darmos conta, vamos tecendo uma manta enorme com que vamos atafulhando o buraco que a dor cavou.
Se assim entender, deixe-me um contacto de e-mail num comentário no meu blogue, que cuidarei de não publicar, para que possamos falar. Se não, compreenderei sua posição, e, deixo-lhe um beijo grande no seu coração.

De Intruso a 01.08.2017 às 15:19

Quem foi esta mulher que tanta saudade deixou por aqui? Por que tantos amigos ainda choram a sua partida? Que sonhos terá ela partilhado, que projetos terá discutido, que tipo de vida terá ela levado? Que profissão ocupou, por quais caminhos andou, quais atalhos percorreu? Terá vivido um grande amor? E se viveu, terá sido feliz, infeliz, esperançosa, terá realizado tudo aquilo que na vida planejou? No coração de quem mais a saudade se fez forte, mais sofrida, mais difícil de ser vivida? No coração dos pais, dos filhos, do marido, ou apenas dos amigos?
Como eu gostaria de ter compartilhado neste espaço as suas dores, as suas alegrias, o seu modo de vida, como eu gostaria de ter chegado aqui há mais tempo. Acho que teria gostado dessa pessoa a quem chamam de Helena e outros de Leninha. Deve ter sido uma pessoa muito boa para angariar tantos amigos que falam dela, e nela, com tanta saudade.
Terá partido em paz? Ou terá sofrido nessa passagem da vida para a morte que tanto mistério encerra?
Ah, como me faz falta não saber nada dessa pessoa que gostava da AVE MARIA de GOUNOD, apesar de eu gostar mais da de Schubert.
Mas chega de divagações, intruso que sou em blogs de outros amigos meus, vim dar neste aqui já encerrado. Uma pena que assim seja, mas pelo título do blog eu acho que a Leninha (desculpem-me os seus amigos pela intimidade) de onde estiver deve estar feliz com estas demonstrações de um sentimento que para mim é dos mais bonitos e importantes neste nosso mundo tão caótico e carente de sinceridade, ou seja, a AMIZADE.
E quem é você Vera Lúcia? Mãe, irmã, cunhada, colega, sogra, filha, ou simplesmente uma grande amiga que partilhava da intimidade maior dessa pessoa que se foi? Para responder aos amigos só mesmo alguém que conhecia melhor do que os outros essa pessoa chamada Helena, denominada de Leninha, angariadora de tanta simpatia.
QUEM É VOCÊ, VERA LÚCIA?
Porque eu sou simplesmente um INTRUSO.

De Leunam a 31.07.2017 às 19:28

Vim só deixar uma lágrima de muita saudade.

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