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Quarta-feira, 12.07.17

 

 

 

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de helena às 13:58


128 comentários

De CÉU a 11.09.2017 às 01:39

Olá, Leninha, minha linda e saudosa amiga!

Sei k andas sempre ocupada com tua profissão, que é colocar crianças nesse mundo e no outro (vê lá se abrandas o ritmo -rs), nesse lugar onde estás, para além da atenção e amor, que dás aos menos jovens e aos mais carenciados.

Por aqui, em tuas casas de beneficência, pequeninos e menos pequeninos, vão todos bem, todavia, têm muitas saudades tuas, mas a Verinha já lhes disse k tu agora estás tratando de outras pessoas, noutro lugar, onde mto precisam de ti. Eles aceitaram, de bom grado.

Como tão bem sabes, faz hoje, DOIS MESES, que saíste do teu habitat e não sabes, segundo julgo, qdo regressarás, mas como continuas fazendo o bem aonde estás, então tudo certo.

Verinha já está trabalhando, de novo, na clínica, com a médica, que tu indicaste e ela está gostando de secretariar tua amiga.

Confesso que tenho saudades tuas, dos teus punhados de estrelas e dos beijos do teu coração para o meu, mas é preciso saber esperar. Guy, teus pais e D. Cidinha estão bem? Melhores k nunca, né?

Beijos, muitos, abraços, sem fim e eu vou aparecendo, por aqui, sempre que me for possível.

De a 01.09.2017 às 12:37

Venho aqui sentir um pouco da presença de uma grande amiga. Saudades. Enorme abraço esteja onde estiver.

De Aninha a 31.08.2017 às 12:50

De longe a saudade doía, mas estando novamente na pátria que você tanto amava a saudade não apenas dói, mas sangra e machuca, pois em cada canto eu vejo o seu sorriso, em cada pessoa que me fala alguma coisa de você eu sinto a sua presença, e agora eu vejo a falta que eu já sentia da sua pessoa na minha vida e que agora se acentuou ainda mais.
Leninha, estrela pequenina que dos céus me olha, não deixa de iluminar os meus caminhos mesmo que eu tenha um dia feito um gesto tentando apagar o seu brilho na minha vida. Que não me falte o seu doce sorriso no meu coração, nem a meiguice do seu olhar a me guiar por estes caminhos que um dia eu mesma tornei tão tortuosos...

De a 25.08.2017 às 15:32

Quando a saudade aperta e a saudade dói mais que o normal, a gente procura o rumo de casa, refúgio seguro onde as dores se fazem menos doídas.

De Yuly a 12.08.2017 às 11:22

Estive neste blog dias atrás, mas ñ deixei comentário pq seria o de número 100 e como acho k os números possuem significados eu ñ quis preencher o lugar de algum dos comentaristas habituais deste espaço, sendo eu uma pessoa aleatória k aqui cheguei nem sei bem pq meios. Na redução do número 100 para o número 1 temos k é um número cheio, pleno, pioneiro, e por assim dizer, o Sol, o fogo, o ouro. Um número de tanta magia deveria ficar com quem + tempo aqui estivesse. E coube a um verdadeiro poeta, a julgar pela delicadeza do poema k aq registrou. Pareceu-me tb um grande amigo e admirador da dona do blog. Enfim, um espaço k eu gostaria mto de ter visitado antes, pelo angareio de tantos colegas e amigos blogueiros.
Como gosto de significados, tanto de números qto de letras e nomes, analisei este: Helena - um nome forte, de origem grega, significa luz ou iluminada, e ao k parece a dona deste espaço assim era, uma pessoa iluminada, a julgar pelo número de amigos k aqui deixa as suas mensagens.
A minha é apenas uma visita cordial, visto k ñ a conheci, mas deixo aqui um pensamento carinhoso, como tb para a Vera Lúcia k acredito ser tb uma pessoa amiga da Helena.

De a 11.08.2017 às 21:23

diz-me...!

diz-me quem és
pois do teu olhar
só a luz estrelar
chega a meus pés.

diz-me, amiga
onde foi parar
o sorriso aberto
do teu coração.

levanto a memória
aos céus da bondade
e só raios de luz
rasgam o dia.

(as sombras da noite estão mais dispersas).

um dia hei-de compreender...

um beijo saudoso, Helena.




De LuísM Castanheira a 12.08.2017 às 21:17

*vi que por lapso meu não fiquei identificado no comentário/poema, acima.
e também esqueci de cumprimentar a Vera Lúcia, o que faço agora.
aqui ficam os reparos.

De Toninho a 11.08.2017 às 01:37

A saudade me trás aqui.
É como se nada tivesse mudado.
Para sempre nossa poetisa na estrela.
Paz no seu coração Verinha.

De CÉU a 10.08.2017 às 12:09

Olá, querida Verinha!

Como tem passado? Tenho estranhado você, seu silêncio, mas espero que nada de mal tenha acontecido por aí com você ou sua família. Talvez sejam as saudades de Leninha e a falta do riso e do olhar dela, que a estão fazendo "recolher", "hibernar" das pessoas, do mundo real e virtual. Se compreende!

EU ESTIVE, ESTOU E ESTAREI, SEMPRE, POR AQUI!

Aquele abraço,

De Vera Lúcia a 12.08.2017 às 23:50

Céu, você tem razão, tenho me afastado do mundo virtual, pois a saudade machuca demais quando visito este espaço que a nossa Leninha tanto gostava. No mundo real, ainda estamos na fazenda, cada um procurando viver o luto da melhor forma possível. Tenho pensado nas minhas novas possibilidades diante do quadro novo que a Leninha desenhou para mim com as suas doações. Tudo ainda é muito incerto na minha vida. O Dr. Renato e a D. Aurora estão de certa forma gostando de estar por aqui e parece que a minha presença também lhes traz um certo conforto. Falamos muito da Leninha, relembramos muitas passagens de nossa vida junto dela (e muitas vezes também do Guy), e assim vamos nos ajudando mutuamente.
Enfim, Céu, enquanto der, vamos ficando por aqui, pois lá em casa estão todos bem.
Ainda não tive ânimo de responder aos demais comentários, um dia eu faço isto.
Receba meu abraço afetuoso,
Verinha

De CÉU a 10.08.2017 às 12:00

Gostou? Ah, eu sei que é o poema de que mais gostas e que teu amor, Guy, sempre te recitava e continua recitando, eu tenho certeza.

Por hoje, te deixo milhares de sorrisos, de estelas, de beijos, de abraços, mas te deixo, também, biliões de saudades.

Termino da mesma maneira com que tu terminaste teu email pra mim, no dia 10-07-2017, pouco tempo antes de entrares no bloco operatório e em que me colocavas uma questão, a que até hoje não consegui ainda encontrar resposta pra ela e que foi a seguinte (vou mudar o sujeito da frase):

"LENINHA, QUERIDA E TÃO AMADA AMIGA, COMO É QUE SE FAZ QUANDO JÁ ESTÁ NA HORA DE DESPEDIR E AO MESMO TEMPO O GESTO NÃO SE COMPLETA ... A VOZ NÃO SE SOLTA ... COMO SE FAZ, LENINHA"?

De CÉU a 10.08.2017 às 11:49

COMO TE AMO

Como te amo? Deixa-me contar de quantas maneiras.
Amo-te até ao mais fundo, ao mais amplo
e ao mais alto, que a minha alma pode alcançar
buscando, para além dos visíveis limites
do ser e da Graça ideal.

Amo-te até às mais ínfimas necessidades
de todos os dias, à luz do Sol e à luz das velas.
Amo-te com liberdade, enquanto os homens
lutam pelos pela justiça;
Amo-te com pureza, enquanto se afastam da lisonja.

Amo-te com a paixão das minhas velhas mágoas
e com a fé da minha infância.
Amo-te com um amor, que me parecia perdido-
quando perdi os meus santos
amo-te com o fôlego dos sorrisos
e as lágrimas de toda a minha vida!
E, se Deus quiser, amar-te-ei melhor depois da morte.

ELIZABETB BARRET BROWNING

De Carmem Grinheiro a 11.08.2017 às 08:31

Olá, Céu.
Não resisti a comentar, me desculpe a ousadia. Mas, agora, a chegar aqui e me deparar com suas mensagens tão sentidas e íntimas, como se fossem apenas mais umas, dentre tantas, e com a certeza de que Helena estaria do outro lado a le-las...me emocionei. E este poema, tão romântico! Confesso, foi através dele e de Helena que fui conhecer essa escritora inglesa. Esse poema que, parece-me ter o "cheiro" dela e do amor que viveu. Gostaria eu também de acreditar, de facto, que exista algum lugar encantado onde ela e seu amado caminham agora de mãos dadas, por entre flores e estrelas.

Um bjo

De CÉU a 15.08.2017 às 23:23

Olá, Carmen!

Ousadias dessas, são sempre bem vindas, minha amiga!
Sem desejar que as minhas mensagens sejam diferentes e mais intensas, que as demais, elas espelhem bem o k me vai no peito.

Efetivamente, esse era o poema preferido da Leninha e de seu amado Guy, daí, eu o ter relembrado aqui.
Não sei onde ambos estão, mas quero que estejam juntos e muito felizes.

Beijos com elevada consideração e estima.

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